terça-feira, 25 de novembro de 2008

BODE EXPIATÓRIO

É impressionante a capacidade que têm as “palmatórias do mundo” do jornal Correio da Paraíba em procurar bodes expiatórios para justificar suas catilinárias contra todos aqueles que não agradam aos seus narizes.
A bola da vez, para o pessoal do Correio, é o arcebispo da Paraíba, Dom Aldo Pagotto, que está prestes a ser expulso do Estado pelos doutos membros do futuro Diário Oficial do Governo.
Não tenho procuração para defender Dom Aldo, só o cumprimentei uma vez e acho que ele, às vezes, dá uma de boquirroto, mas nada que justifique uma campanha de maledicências e sandices que o coloquem na condição de vilão-mor.
A hipocrisia que domina as “opiniões” do Correio é impressionante porque não lembro do jornal ter feito qualquer crítica ao então arcebispo Dom José Maria Pires – que vivia circulando pelos corredores do Correio diariamente – que foi à Granja Santana confortar a família do então governador Ronaldo Cunha Lima logo após logo após este ter desferido tiros contra o ex-governador Tarcísio Buriti.
Por que as “palmatórias do mundo” e as celebridades do Correio que fizeram campanha na TV para o prefeito Ricardo Coutinho não criticam os juízes federais da Paraíba que andaram tomando alguns depoimentos no mês de outubro passado num certo processo que envolve a Receita Federal? Ao que se saiba, Dom Aldo sequer é testemunha nesse caso.
O sentimento de ódio, que alguns alimentam nos textos do Correio, não é da tradição da imprensa paraibana nem dos paraibanos sensatos.

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LENA NA COMUNICAÇÃO?

Circulam rumores de que o futuro governador José Maranhão (PMDB) deu poderes à diretora de Redação do Correio da Paraíba, jornalista Lena Guimarães, de ser sua interlocutora junto aos veículos de comunicação.
Ela teria sido encarregada de fazer os contatos com os diretores e editores de veículos, incluindo TVs, jornais, emissoras de rádio, revistas e portais de notícias.

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quarta-feira, 19 de novembro de 2008

FESTA PARA SESSENTÕES

Juntos, eles somam 480 anos. Separados, cada um está completando 60 neste 2008.
No dia 9 de dezembro a Associação Paraibana de Imprensa presidida por João Pinto se une à revista A Tribuna de Manuel Raposo para entrega da Medalha “Barreto Neto” aos sócios da API que nasceram em 1948.
A lista inclui Onaldo Mendes, Assis Mangueira, Hilton Gouveia, Marcos Tavares, Walter Paiva, Fernando Villar e Erialdo Pereira.
A propósito de Erialdo: quem o conhece sabe não ser verdade que ele esteja ansioso para ver o Vasco jogando em Campina Grande, em 2009, contra o Campinense.

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SECA? QUE SECA?

Os meios de comunicação começaram a expor, sem meias-tintas, o drama dos nordestinos com a seca, particularmente na Paraíba.
A bancada federal paraibana assiste a tudo como se não tivesse nenhuma responsabilidade na busca de – se não solucionar – pelo menos minimizar o sofrimento da população.
Seca? Que seca? Ninguém está nem aí. Nem discurso-denúncia se pronuncia mais, nada de apresentar reivindicações, etc. e tal.
Era de se esperar que a maioria, atrelada ao esquema do Palácio do Planalto, tomasse alguma iniciativa, mas ignora olimpicamente o drama dos seus irmãos.
Talvez estejam esperando que os ministros deixem seus gabinetes refrigerados e venham conhecer o sol inclmente.
Que sina, hein?

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O FILME DE CELSO

O mais famoso economista paraibano, ex-ministro Celso Furtado, está virando filme.
O documentário é O Longo Amachecer, de José Mariani,com vários depoimentos, incluindo o do vernador de São Paulo, José Serra, e do ex-ministro Pedro Malan.
Celso Furtado, a quem tive o prazer de conhecer em sua casa no Rio de Janeiro em companhia de Giovani Miereles, Élder Moura, José Maranhão e Sales Gaudêncio, foi ministro do Planejamento de João Goulart e da Cultura de José Sarney.

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