sábado, 10 de janeiro de 2009

MONSTRENGO INEFICIENTE

Uma das “invenções” públicas mais incompetentes já surgidas neste país chama-se Anatel, a famigerada Agência Nacional de Telecomunicações.
Tudo que ficou sob o pseudo-controle desta sigla – telefônicas, televisões, etc. – não tem qualquer fiscalização, não têm o menor respeito pelo cliente e não sofrem qualquer sanção de quem deveria enquadrál-as.
Não é à toa – mas por culpa da Anatel – que as telefônicas e as TVs pagas são recordistas em reclamações nos Procons.
A Big TV de João Pessoa, por exemplo, sequer colocou à disposição dos seus clientes um número da linha 0800, em visível confronto com a legislação em vigor.

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quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

BATENDO PINO

Os arroubos de rebeldia do deputado Nivaldo Manuel (PPS), em relação ao governador Cássio Cunha Lima, não resistiram 24 horas.
Nesta quarta-feira (7), ele disse cobras e lagartos do Governador por ter um projeto seu vetado pelo Palácio da Redenção.
Nesta quinta-feira (8) a própria assessoria do Governo encarregou-se de enviar um release, às redações, informando que Nivaldo continuava apoiando o Governo e mantinha-se na base.
Rebeldia e dependência não combinam e Nivaldo deveria saber disso.

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NILO RESISTE

O adjunto da Controladoria do Estado, ex-deputado Nilo Feitosa, confessa que tem resistido aos inúmeros apelos de amigos para voltar a disputar um mandato.
Nilo, que é cunhado do senador Efraim Morais, diz que não tem mais pretensões de voltar à vida pública, mesmo tendo apoiado – e elegido – alguns prefeitos na Paraíba.
Entre as vitórias que ajudou a concretizar está a da prefeita de Monteiro, Edna Henriques.

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SEM VICE-LÍDER

O novo líder do prefeito Ricardo Coutinho (PSB), Tavinho Santos (PTB), ainda não tem idéia de quem será o vice-líder da bancada na Casa de Napoleão Laureano.
O que ele já definiu é que, semanalmente, deverá conversar com os integrantes da bancada governistsa e ouvir apelos, sugestões e reclamações.

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

OPINIÃO

TEMPORADA DE COTOVELADAS
Poucos Estados têm uma atividade política tão dinâmica quanto a Paraíba. Essa vitalidade independe de regiões, de crenças, de cor da pele e de nível de escolaridade dos personagens. Cada um se julga “animal político” e acredita que ser assim basta para se arriscar nas disputas de mandatos ou de cargos.
No contexto do excesso de vitalidade não estão inseridas, evidentemente, as chamadas “raposas políticas” que, do alto de suas sapiências, preferem esperar o melhor momento para as definições, como também é conhecido o “risco calculado”. As grandes lideranças se formam, sobretudo, em função da paciência e da falsa humildade, com todo o respeito.
Observe-se o momento político vivido pela Paraíba, onde a palavra mais valorizada no dicionário, hoje, “indefinição”, tendo em vista a situação de Cássio Cunha Lima que governa com um olho no Estado e outro no Tribunal Superior Eleitoral. Ou como ele definiu num encontro com jornalistas: “É um Governo que balança, mas não cai”.
Note-se, ainda, a enxurrada de lançamentos de candidaturas ao Governo para 2010 e nenhuma que se apresenta, aos olhos dos imberbe leitor, pode ser avaliada sob a ótica da possibilidade de se concretizar. Mas a classe política não perde a oportunidade de ocupar os espaços aparentemente vazios.
Cássio e Maranhão se engalfinham nos tribunais para saber quem vai ocupar a principal cadeira do Palácio da Redenção e um sem-número de políticos abre espaços a cotoveladas para chegar à mídia para colocar seus nomes em evidência para 2010.
Quando não fazem o auto-lançamento de suas candidaturas ao Governo, aproveitam para exercitar o dom da bajulação lembrando a possível disputa que envolva o nome daquele que deseja paparicar. A ânsia de “aparecer” ou bajular é tão grande que, além de engraçado, às vezes se torna um fato repugnante pelo tom de falsidade ou oportunismo contidos nesses “lançamentos”.

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